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Gestantes e vacinas: as vacinas inativas

As chamadas vacinas inativas (elaboradas com DNA do vírus morto) são seguras, e podem ser utilizadas, quando necessário, nas gestantes, como por exemplo: difteria, tétano, influenza, hepatite B e outras. O caso da vacina contra o tétano, especificamente, deve ser avaliado segundo o histórico da gestante: caso ela não tenha sido imunizada contra a doença nos cinco anos anteriores à gestação, deverá ser indicado que o faça durante a gravidez.

As gestantes que não foram imunizadas podem contrair o tétano pela contaminação por meio de um machucado. Bactérias presentes no solo, na pele, na ponta de pregos enferrujados, nas fezes de animais etc. normalmente encontram-se inativas, mas em certos ambientes, como o de ferimentos, liberam toxinas que causam a doença, considerada grave, que tem como características o enrijecimento muscular, convulsões e coma. “Esse risco também existe durante o parto. Seja no parto normal ou na cesárea, haverá sempre algum corte, pelo qual poderá entrar a bactéria causadora do tétano”, completa Dr. Marcio Pepe, obstetra da Pro Matre Paulista.

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